Soneto (op.53) –

oh, flor do céu! oh, flor cândida e pura!
masturbo-me pensando ti, candura
refresca-me, minh’alma com teu sexo
corrente de energia fere o plexo

cabaço, um belo dia a pica fura
de noite, polução e rola dura
eu sou um merda, só, sou só complexo
e vou sim, certamente, perder nexo

verá, em breve, pois, o meu retono
no gozo vai gritar com voz de gralha
teremos, pois então, filho no forno

e filho no futuro, má mortalha
viver meu fim tão triste como um corno…
ganha-se a vida, perde-se a batalha.

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