Soneto (op. 042) – um salve pros manos do sacomã e região.

eu tenho nojo cru dos seus caminhos
vocês não sabem, são uns imbecis
vocês aqui que são os meus vizinhos
drogados, fugidiços, seres vis

cobardes que caretas são mansinhos
adolescer sem fim, são colibris
os netos dos que usavam tons marinhos
que vazam sem saber os seus barris

vivendo sem ter rumo, sem vergonhas
sem ser nem delinquente de verdade
ao fim são só um bando de pamonhas

não são nem portadores da maldade
uns trouxas. machos, só que mordem fronhas…
e são canalhas, só, sem lealdade.

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