Soneto (op. 033)

não há maior prazer, nada é melhor
do que satisfazer a um bom vício
viver a dependência, sei de cor
os cânticos que canto desde o início

entrei nessa jornada inda menor
nasci talvez com mal sinal, indício
de ser, desde bebê, verme pior
com sina de fazer só malefício

então, melhor não ir no meu caminho
pois só terei desgosto pra te dar
e não, eu não farei como Agostinho

igreja não me vai, eu sou do bar
orgia e putaria, eu sou do vinho
aviso desde já pra não me amar.

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2 Respostas to “Soneto (op. 033)”

  1. Franciscano bigodudo (pra caralho) Says:

    Ah, é? Não quero nem saber. EU TE AMO!

  2. Juliana Says:

    esse é triste…

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