Soneto (op. 017)

matei, sim, uma aranha, véio glauco
não posso ser que nem você, chegado
moleque, tentei ser o buk n’álcool
depois (acho) fiquei eu vacinado…

serei aracnocída nesse palco
maluco que é a vida. triste fado!
terei de me matar: de um prédio um salto?
ai, não! veio da grécia um mau recado

se sempre foi você  meu bom homero
castigo similar então espero
gravado e assinalado está meu édito

terei resignação, eu sou sincero
esquento lentamente algo de ferro
e faço como fez famoso um édipo.

Anúncios

Uma resposta to “Soneto (op. 017)”

  1. Juliana Says:

    gostei desse, dan
    acho que o glauco tb vai gostar
    beijo

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: