Soneto (op. 018)

não tenho irmã na zona pra ser tio
de filho-duma-puta que nem tu
tua mãe era cadela só no cio
pariu-te, teu merdinha, pelo cu

tudo o que você faz, anos a fio
eu faço, teu cabaço… todo mau…
malandro demais é trouxa! quem viu
viveu, sentiu, usou bem mais o pau

merece teu respeito, teu cuzão
demérito que eu tenho é a idade
(bem, fora mais alguns… quase um milhão…)

segura então tua língua, meu irmão
e viva muito bem tua mocidade
verá, se houver futuro, a razão.

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