as pedras que feriam os meus pés
o céu mais estrelado que já vi
pousadas, os seus bares e cafés
e o século dezoito em déjà vu
prefiro relembrar-me de viés
dos dias que por lá tão bem vivi
prefiro retratar por um través
o que jamais foi meu, mas que perdi
estava, certamente, o mais feliz
que pude estar por anos (tenha fé)
mas era tão-somente um chamariz
escute, não farei você minha ré
você fez o que fez; fiz o que fiz
ninguém pode negar ser quem se é.
dezembro 30, 2011 às 3:40 pm
Excelente, como sempre. Só que ela não fez o que vc. pensa que fez…ah, e ela não falou mais comigo
janeiro 10, 2012 às 10:09 pm
isso é tao borgiano… (num sentido q só quem conhece borges entenderá =P, mas posso estar completamente enganada por se tratar de vc)
te amo seu maldito. (seu(s) novo(s) amor(es) nao precisa ter ciume, é um amor nao correspondido. eu acho. e escolho da duvida)
beijo, poeta. amo vc. reiteradas vezes, pra variar, rs
janeiro 10, 2012 às 10:11 pm
isso é tao borgiano… (num sentido q só quem conhece borges entenderá =P, mas posso estar completamente enganada por se tratar de vc)
te amo seu maldito. (seu(s) novo(s) amor(es) nao precisa(m) ter ciume, é um amor nao correspondido. eu acho. e escolho a duvida)
beijo, poeta. amo vc. reiteradas vezes, pra variar, rs
janeiro 13, 2012 às 9:23 pm
nao estou com animo de entrar nessa discussao. apenas gostaria de lembra-la de berlin alexanderplatz.
janeiro 13, 2012 às 9:42 pm
nao sei bem porque, mas me lembrou voce, κλέος:
janeiro 13, 2012 às 10:31 pm
janeiro 14, 2012 às 6:52 pm
caraio, esse poema tem mais visualizações que quase todo o histórico do blog junto . eu preciso usar mais a tag ‘bishop’.